Artigo - Iminente Juízo Divino sobre a Igreja - Bispo Manoel Ferreira
16/10/2011 17:37 em CONEMAD-TO

 

O juízo contra o pecado é acionado pela própria mão de Deus – Amós 3.6b.  Em Amós 2.5, o profeta preveniu que o juízo divino contra a nação israelita é devastador, pois o juízo é simbolizado pelo fogo - Hebreus 12.29. Foi o mesmo que declararam João Batista (Mateus 3.10-12) e Jesus (João 15.6). Todo esse juízo de fogo contra a nação israelita, contra as igrejas de Jesus Cristo e contra as demais nações, vem em forma de tragédias, catástrofes, enfermidades, sofrimentos de todos os tipos, consciências arruinadas, conflitos de vida, constantes perseguidores e, finalmente, caso não haja arrependimento, Deus exercerá juízo com o próprio fogo eterno  (Mateus 25.41; Apocalipse 21.8).

Considerando o grande amor de Deus pela nação israelita e as constantes irresponsabilidades e desobediências desse povo contra Deus, somos advertidos em Amós 2.13 – 16 e em Provérbios 14.34, que o juízo de Deus contra Seu povo é inescapável. Dentro dessa ênfase, lembremo-nos de que a atual Igreja de Cristo é o Israel de Deus e, se o juízo de Deus sobre a nação israelita sempre foi e continua sendo inescapável, qual é o juízo de Deus contra sua Igreja atual e como escapar desse juízo divino? (Isaías 43.12 e 13; Malaquias 4.1 e Hebreus 10.31). 
No contexto da nação israelita nos tempos de Amós, como providência do juízo divino sobre Israel, a Assíria teria que vir em 722 a.C. com Sargão II. O juízo pode dar a impressão de ser demorado, mas certo é que ele não falha. Em Amós 2.14-16 o profeta declara que diante do juízo de Deus a fuga é impossível  (Hebreus 2.3; Apocalipse 6.15-17).

O cerco à nação israelita e a fuga impossível pareciam um devaneio de Amós, pois todo Israel se sentia estável e em paz sob o governo de Jeroboão II. Como aparece esse profeta, como “forasteiro doido”, visto que Jeroboão II inspirava competência futura a Israel e ninguém previa colapso? Vale reafirmar, palavra por palavra, as declarações do profeta em Amós 2.14-16: “De nada valerá a fuga ao ágil, o forte não usará a sua força, nem o valente salvará a sua vida. O que maneja o arco não resistirá, nem o ligeiro de pés se livrará, nem tampouco o que vai montado a cavalo salvará a sua vida. E o mais corajoso entre os valentes fugirá nu naquele dia, disse o Senhor”.
Toda a humanidade, com profunda tristeza e preocupação, tem assistido e até mesmo participado de histórias de guerras, através dos séculos e milênios, que envolvem a nação israelita, como resultado do juízo de Deus, pela rejeição de Israel às manifestações do grande amor de Deus e, principalmente, pela rejeição a Cristo  (Mateus 27.25; Lucas 13.34 e 35). As igrejas do Senhor Jesus Cristo se nos parecem bem acomodadas e tranquilas, transmitindo a impressão de que não estão preocupadas quanto a futuras providências do juízo divino sobre seu povo, como se apenas a nação israelita tivesse que sofrer, como resultado de suas desobediências a Deus. O que poderá acontecer futuramente, como resultado das constantes desobediências da Igreja ao nosso Deus?
Portanto, não caiamos no erro de rejeitar os profetas de Deus, como a nação israelita, caminhando desapercebidos e tendo que enfrentar o juízo de Deus (Provérbios 29.1; Daniel 5.25; Mateus 23.37 e Lucas 12.20). Sejamos vigilantes e hábeis em obedecer à voz dos profetas de Deus que falam à Igreja – Amós 3.7; 2 Crônicas 20.20.
O fim de tudo será triste demais para todos aqueles que insistem em serem injustos com os outros seres humanos, discriminando, afligindo os desfavorecidos pela sorte e usando os próprios sofredores como degraus para que eles subam às suas plataformas de honra.
“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” (Atos 17.30 e 31). “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (II Pedro 3.9).
Portanto, por todas as advertências já expostas, “preparemo-nos para o confronto com o Senhor Deus” (Amós 4.12b).

FONTE: http://www.conamad.com.br

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